E aí, pinguinzada! Tudo na paz? Estamos de volta com a segunda parte do tutorial de instalação de programas no seu Ubuntu.
Como todo mundo sabe, sempre há a necessidade de personalizar seu ambiente de trabalho no computador. Pra isso, nem sempre será suficiente baixar e instalar programas da lista do Synaptic, como foi mostrado na parte 1 deste tutorial. E essa situação é mais comum do que se pensa: apesar dos repositórios do Ubuntu oferecerem uma ampla lista de softwares, frequentemente você vai querer justamente algo que não está na lista.
Por isso o propósito do post de hoje é ensiná-los a instalar programas a partir de arquivos baixados da internet. Ao final deste post tenho a intenção que vocês estejam aptos (ou pelo menos saibam um pouco) a:
- Pesquisar na internet e procurar por arquivos de instalação de programas para Linux;
- Instalar e desinstalar tais programas.
Antes de começarmos realmente, vamos conhecer os arquivos com os quais lidaremos.
Como é de conhecimento de pelo menos alguns de vocês, existem dezenas (aliás centenas) de distribuições do GNU/Linux (dêem uma olhada no site Distro Watch pra terem uma idéia do que estou falando). Algumas delas ao longo dos anos acabaram desenvolvendo maneiras próprias de lidar com a instalação e manipulação de programas, o que acabou resultando na criação de diversos tipos de arquivos de instalação (Bem diferente de quando usamos Windows, onde os instaladores são quase sempre arquivos com a extensão .exe apenas).
Os arquivos de instalação de programas usados no Linux são costumeiramente chamados de pacotes. Eis alguns dos mais populares tipos de pacotes utilizados:
• Pacote Debian (.deb) - Tipo de pacote padrão do Debian Linux. Pode ser utilizado no Debian e em qualquer Linux derivado dele (Ubuntu, por exemplo) e portanto é o tipo de pacote mais fácil de instalar no Ubuntu;
• Pacote do Red Hat Package Manager (.rpm) - Tipo de arquivo compactado padrão da distribuição Red Hat Linux. Pode vir com o código-fonte do programa e instruções de compilação e instalação, ou pode conter o arquivo pré-compilado (neste caso, é necessário convertê-lo para um formato mais amigável. Para o pacote .deb, por exemplo);
• Instalador Binário (.bin) - Arquivo único de instalação, já pré-compilado;
• Tarfile/Tarball (.tar.gz, .tar.bz, .tgz) - Arquivo compactado. O .tgz é o tipo de pacote padrão da distribuição Slackware. Pode ser instalado de forma semelhante ao .rpm, ou de forma mais fácil, caso se trate de um arquivo de tema para o Ubuntu, como você verá no exemplo deste tutorial;
• Arquivo Shell Script (.sh, .bash) - Arquivo com comandos escritos na linguagem Shell Script (clique aqui e saiba mais sobre o Shell Script), que servem para ser executados no terminal do Linux de forma automatizada.
Não sei se consegui abranger todos os tipos de pacotes existentes (tenho certeza que não), não sei se descrevi bem os pacotes acima e também não tenho certeza se posso considerar o Arquivo Shell Script citado acima um pacote, pelo sentido próprio da palavra. Mas em todo caso, fica incluso aqui no tutorial também. Veteranos que estejam por acaso lendo este blog, sintam-se a vontada para corrigir o que quiser, enviando comentários. Antecipadamente agradeço. ;)
Então tá. Mas onde é que eu encontro esses arquivos, pacotes ou sei lá o quê? Eu nunca vi esse tipo de arquivo antes! Nunca precisei procurar por nada parecido quando usava só Windows!!
Calma, calma, calma! Não criemos pânico! Ao contrário do que se pensa, é mais fácil do que se imagina procurar esse tipo de coisa na net. Ou vocês se esqueceram que o Ubuntu é uma das distros que possuem a comunidade mais ativa que existe? Sempre tem alguém pra te ajudar a encontrar algum programa, configurar alguma função ou outra coisa qualquer que você queira. Eu, por exemplo! ^^
Se liguem em algumas dicas de onde vocês podem encontrar programas para Linux:
Super Downloads - Um dos maiores e mais famosos sites de download de softwares do Brasil tem um espaço dedicado exclusivamente a programas para Linux, dos mais diversos tipos;
Get Deb - Site especializado em programas empacotados em .deb;
Fresh RPMs - O mesmo que o Get Deb, mas dedicado aos softwares em .rpm;
Gnome-Look - Site com uma porrada de temas, protetores de tela, papéis de parede, ícones e outras baganas pra você personalizar o visual do seu Ubuntu. Perfeito pra você que já tá cansado desse visual cor-de-merda do Ubuntu;
Google - Preciso mesmo dizer algo mais?
Google Linux - Idem, com um pinguim no meio.
Dito tudo isso, vamos botar a mão na massa. Faremos da seguinte forma: Durante a explicação de cada pacote, eu darei uma sugestão de pacote/arquivo pra você baixar e usar nos exercícios que colocarei aqui no tutorial. Basta clicar no link que vou mostrar, baixar o programa e seguir as instruções (e se houver algum link quebrado me avisem, pelamordideus!). De quebra, no fim de tudo, você terá instalado no seu Ubuntu alguns programinhas bem legais (ou não, já que também aprenderemos a desinstalá-los).
OBS.: Nesta parte do meu tutorial, bem como em meu blog inteiro, levarei em consideração que você é um iniciante e que com certeza ainda não sabe lidar com os complicados comandos do terminal do Ubuntu Linux. Desta forma, tentarei o máximo possível ensinar a instalar os programas sempre da maneira mais fácil e mais direta, embora às vezes o uso do terminal seja inevitável, como você poderá notar em alguns procedimentos de instalação. No entanto, nem sempre a maneira que mostrarei, embora mais fácil, seja a mais correta ou mesmo a mais eficiente, de modo que com certeza há possibilidade de erros na instalação. Isso é normal, pois estamos aprendendo ainda, certo? De qualquer forma, se quiser mais informações, sugiro que acesse os sites listados no campo "Recomendo!", na lateral esquerda do Picolinux. Garanto que não vai se arrepender, pois vai conhecer sites mais completos sobre o Linux e que com certeza vão ajudá-lo melhor do que eu.
Pacote Debian (.deb)
Vamos pegar leve agora, instalando o que na minha modesta opinião (e creio que vocês vão concordar) é o tipo de pacote mais fácil de todos. Para isso, baixem o arquivo sugerido abaixo para sua área de trabalho:
Ubuntu Tweak - Clique aqui
Tamanho aproximado - 300 kb
Este software é de extrema importância. Trata-se de uma ferramenta de manutenção do Ubuntu, que serve para fazer ajustes finos nos elementos do Ubuntu e otimizar seu desempenho.
Agora dê 2 cliques no arquivo. Aparecerá a seguinte janela:
Basta clicar no botão Instalar pacote (ou Install Package), digitar a sua senha de usuário (caso o sistema solicite) e esperar.
Prontinho. Seu programa já está instalado. Num falei que era fácil?
>> E pra desinstalar? - Bom, como se trata de um Pacote Debian, muito provavelmente ele também será um programa disponível nos repositórios do Ubuntu e portanto disponível na lista de programas do Synaptic. Então, abra o Synaptic e procure pelo programa que você quer desinstalar.
No caso, eu procurei pelo Ubuntu Tweak e achei.
Basta clicar no quadradinho verde e escolher "Marcar para remoção" para apenas desinstalar o programa (e manter as configurações, para o caso de você querer reinstalar o programa) ou "Marcar para remoção completa" (pra limpar tudo). Depois é só clicar em "Aplicar" e tchubiruba!
Pacote RPM (.rpm)
Por padrão o Ubuntu não dá suporte à manipulação de arquivos .rpm, de modo que precisaremos ativar isso, usando um aplicativo chamado alien.
O alien é um programa conversor de pacotes. Ele serve para converter pacotes de outros tipos diferentes, não suportados pelo Debian e por suas distros derivadas em arquivos na extensão .deb (e vice-versa) e desta forma não poderemos fugir da necessidade de usar o terminal após a instalação do conversor. O conversor alien é capaz de converter de E para arquivos nas extensões RPM (Red Hat), DEB (Debian), TGZ (Slackware), PKG (Solaris) e SLP (Stampede Linux).
Assim sendo, abra o Synaptic. Use-o para instalar o alien (para aprender a lidar com o Synaptic, leia a 1ª parte do tutorial de instalação de programas).
Agora, baixe o seguinte arquivo para a sua área de trabalho:
Downloader for X (d4x) versão 4.8.1 - Clique aqui
Tamanho aproximado - 600 kb
Vamos instalar agora um programa chamado Downloader for X (também conhecido como d4x), um gerenciador de downloads para o Linux.
Abra o terminal. Vamos aprender novos comandos para transformar o pacote .rpm que você baixou num pacote .deb. Graças ao alien, que você acabou de instalar, agora é possível fazer a conversão.
Precisamos agora localizar o arquivo .rpm que está na área de trabalho. Digite agora o seguinte comando e dê enter:
cd /home/usuario/Àrea\ de\ Trabalho/
No comando acima, usuario significa o seu nome de usuário no Ubuntu. No meu exemplo, meu nome de usuário é giancarlozero, de modo que foi assim que eu digitei:
Para ver o arquivo salvo na área de trabalho, digite o comando ls e dê enter novamente. O arquivo .rpm aparecerá em verde no terminal.
Agora é que vem o pulo do gato! Digite o seguinte comando...
sudo alien --to-deb --install nomedopacoterpm
...ou então, se preferir...
sudo alien -d -i nomedopacoterpm
...onde sudo é para fazer o comando no modo de administrador (o que significa que você vai ter que digitar a sua senha), alien é o alien (dããã), -d ou --to-deb indicam para que tipo de pacote será feita a conversão, -i ou --install ordena a instalação imediata do pacote e a posterior exclusão do pacote .deb temporário que será criado durante o processo e nomedopacoterpm é, logicamente, o nome do pacote .rpm de origem.
Se ligue no exemplo:
Aperte enter e o processo de conversão vai começar. Dependendo do tamanho do pacote, não vai demorar muito. Após concluido, é só procurar o ícone do programa instalado em algum sub-menu do menu Aplicações e pronto.
OBS.: Nem todos os arquivos .rpm funcionam depois de convertidos para .deb (pacotes .rpm com código-fonte, por exemplo). Este procedimento só é possível com pacotes .rpm que contenham conteúdo binário ou pré-compilado (ou seja, quase pronto para instalação).
OBS. 2: Muito provavelmente você dará de cara com arquivos .rpm desatualizados (como neste exemplo, onde propositalmente te pedi para baixar o Downloader for X que eu escolhi, que é uma versão antiga). Quando isso acontecer, algum tempo depois o Ubuntu vai acionar o gerenciador de atualizações (o do ícone laranja, lembra?), pedindo para que você atualize justamente o programa que você instalou. Caso você não queira esperar pra conferir se o programa tá atualizado ou não, abra o bom e velho Synaptic e procure pelo programa. Ele vai aparecer acompanhado de um quadrado verde com uma estrelinha e surgirá ao clicar nele uma nova opção chamada "Marcar para Atualização".
Marque-a, clique em aplicar e aproveite seu novo programa.
>> E pra desinstalar? - Aqui também vale a dica que falei quando ensinei a desinstalar o Ubuntu Tweak: procure o programa pelo Synaptic, clique em "Marcar para remoção/remoção completa" e desinstale seu programa.
Arquivo Binário de instalação (.bin)
Este tipo de arquivo não é lá tão difícil de instalar. No entanto, devemos novamente usar o terminal pra lidar com esse mocinho aqui.
Para este exemplo nós vamos instalar a alegria dos otakus, o Real Player! Baixe-o para dentro de sua pasta pessoal (o caminho padrão costuma ser /home/usuario).
Real Player 11 - Clique aqui ou aqui
Tamanho aproximado - 7 mb
Site oficial - aqui
Agora abram o terminal e desta vez, navegue através dele para dentro de sua pasta pessoal, onde está o arquivo .bin que você baixou, quase como fizemos anteriormente:
cd /home/usuario
Não esqueça de digitar ls pra ter certeza de que achou o arquivo .bin com o terminal. Novamente ele aparecerá em verde.
Geralmente, este tipo de arquivo é bloqueado pelo sistema, impedindo que você tenha permissão para executar o arquivo e instalá-lo. Então vamos usar um comando do terminal chamado chmod que, entre outras coisas, serve justamente para mudar permissões de arquivos e permitir sua execução.
O comando completo é o seguinte:
sudo chmod +x nomedoarquivobin
Aqui, o sudo você já sabe o que é, o chmod +x é o comando que dá permissão de execução ao arquivo desejado e o nomedoarquivobin é o nome do arquivo .bin desejado.
Dica: Se você tiver preguiça de digitar o nome de algum elemento do comando, digite só as primeiras letras dele (respeitando maiúsculas/minúsculas) e aperte TAB no teclado. Dependendo do comando ele se completa sozinho (^^). Por exemplo, se você digitar sudo chmod +x RealP e der TAB ele completa o resto, mostrando sudo chmod +x RealPlayer11GOLD.bin.
Veja como foi que eu fiz:
Dê enter e as permissões serão mudadas. Não se preocupe, é normal que o sistema não dê nenhuma indicação disso.
Agora para executar o instalador digite ./nomedoarquivobin (o comando ponto-barra - ./ - é o responsável por dar a ordem de execução. É como os famosos 2 cliques em um arquivo .exe do Windows).
Olha só o que acontece:
Agora é só seguir as instruções que aparecem no terminal (basicamente, apenas escolher a pasta onde será instalado o RealPlayer - recomendo a que o Real Player escolhe por padrão, pra num ter complicação) aguardar o processo terminar e pronto.
Agora você já pode assistir Naruto no Ubuntu!
>> E pra desinstalar? - Não sei se dá certo sempre, com todo e qualquer programa .bin instalado, mas neste exemplo basta apenas ir até o local onde está a pasta do programa Real Player (em /home/usuario) e apagar as pastas /realplayer e /hxsetup. Isso não precisa ser feito pelo terminal. Você pode ir no menu Locais > Pasta Pessoal numa boa.
Depois, apague o ícone do Real Player que foi criado dentro do sub-menu Som e Vídeo em Aplicações.

Tarfiles ou Tarballs (.tar.gz, .tar.bz ou .tgz)
Basicamente este tipo de arquivo pode ser instalado - e desinstalado - quase da mesma forma que o arquivo .rpm, visto no começo do post. Caso o pacote tarball seja o de um programa, basta seguir as mesmas instruções para instalação de um pacote .rpm, usando o conversor alien.
Se você quiser exercitar mais um pouco esta maneira de instalar arquivos, baixe o navegador Mozilla Firefox (faça isso primeiro!!!) e depois reinstale-o (use o Synaptic pra apagar o Firefox do sistema e depois instale o pacote que você baixou do site da Mozilla). É desnecessário fazer isso, já que você já tem o navegador. Então fica apenas como sugestão, por questões de aprendizado.
No entanto, existem alguns tarfiles que vem com temas para personalizar o visual do sistema e deixá-lo mais bonito e, neste caso, a instalação é muito mais fácil.
Então que tal deixar as janelas do seu Ubuntu iguais às do Mac OS X? Seria bem legal, né?
Tema MacIsh para Ubuntu – Clique aqui
Tamanho aproximado – 12 kb
Olha só como a instalação é fácil que dá nojo. Basta baixar o arquivo pra sua área de trabalho (ou pra onde você quiser) e depois clicar no menu Sistema > Preferências > Aparência.
Depois, clique em “Instalar”, navegue até encontrar o tema e adicione-o à lista de temas. Aí é só salvar, escolhê-lo na lista e pronto!
Repare nas janelas do meu exemplo:
Claro que existem temas mais sofisticados e mais bonitos do que este, mas eu escolhi um tema mais simples pela instalação dele também ser simples e fácil. Se você gostou da coisa e quer deixar seu Linux mais bonito ainda (e se você usa a interface gráfica GNOME... como eu suponho que você esteja usando o Ubuntu e não o Kubuntu ou o Xubuntu, creio que a resposta seja sim) acesse o Gnome-Look e confira mais opções!
Arquivo Shell Script (.sh, .bash)
Eis aqui um tipo de arquivo extremamente versátil, além de ser fácil de instalar.
Na verdade, pelo pouco que aprendi, o Arquivo Shell Script não é realmente um pacote e sim um arquivo executável que tem em seu conteúdo um ou vários comandos de terminal com funções diversas. Quando você executa esse tipo de arquivo, ele abre o terminal (ou roda-o em segundo plano) e executa esses comandos.
Para este exemplo, darei um presentão para vocês.
Codecs e Softwares – Clique aqui
Tamanho aproximado – 3 kb
Arquivo criado por Maxwel Gama Monteiro e revisado por Augusto Cesar Urbano de Andrade.
Neste minúsculo arquivo estão contidos comandos que deixarão o seu Ubuntu pronto pra qualquer uso multimídia. Antes de instalarmos, para que você veja seu conteúdo, clique nele com o botão direito e depois em Abrir com Editor de Texto. Não altere o conteúdo em hipótese alguma.
Depois de matar sua curiosidade, feche o editor de texto.
Agora vamos instalar o arquivo. Para isso, clique nele com o botão direito e selecione propriedades. Na janela que aparece, clique na aba Permissões e marque a opção Permitir a execução do arquivo como programa.
Após isso, dê 2 cliques no arquivo e clique na opção Executar em um terminal. Agora é só aguardar o final do processo (o terminal será fechado sozinho quando tudo acabar).
Nem sempre o processo será demorado. Neste caso, vai demorar um bocado pra terminar porque você realmente vai ter muuuuuuita coisa boa instalada no seu PC após o final do processo.
Dá uma olhada na lista de programas que o arquivo Shell Script que você baixou vai instalar:
• Codecs para assistir qualquer tipo de arquivo de vídeo (menos RMVB, pois isso só é possível com o Real Player, que você já instalou) e executar vários formatos de áudio (incluindo .mp3 e .wma). Estão incluídos aí o gstreamer e o w32codecs (dois dos mais completos pacotes de codecs existentes para o Linux);
• Plugin do Flash Player para o navegador Firefox;
• Media Players adicionais (Xine, Mplayer e VLC);
• K3B (programa de gravação de Cd’s e DVD’s, que por sinal vocês já conhecem);
• Fontes adicionais;
• JAVA.
Infelizmente não tenho como dar dicas de onde baixar arquivos Shell Script, pois não sei onde encontrá-los. Esses arquivos são criados pelos próprios usuários, que sabem programar usando linguagem de Shell Script (como no caso do arquivo que você baixou e instalou, que foi feito e revisado por dois programadores usuários de Linux - e que me foi dado por um deles, que é amigo meu).
OBS.: Embora o Linux seja totalmente imune a vírus, spywares, trojans e outras ameaças comuns no mundo do Windows, por incrível que pareça há a possibilidade de arquivos Shell Script apresentarem código malicioso, que pode comprometer a segurança do seu Ubuntu. Na dúvida, só rode arquivos .sh, .bash e semelhantes se você tiver absoluta certeza de que são confiáveis.
>> E pra desinstalar? - Bom, como esse tipo de arquivo instala um ou mais programas que poderiam ser instalados de qualquer outra forma, com a diferença de que é tudo feito automaticamente, o modo de desinstalação dos programas varia dependendo do próprio programa. O K3B e o VLC Media Player, por exemplo, são programas disponíveis no Synaptic e por isso vocês podem desinstalá-los da mesma forma que fariam se tivessem usado o Synaptic pra instalá-los.
Caramba, achei que não ia terminar nunca de digitar! Mas eis a 2ª parte do tutorial de instalação de programas quentinho pra vocês. Aproveitem e procurem aprender mais, procurando novos softwares, instalando e desinstalando-os e, claro, tirando dúvidas em fóruns e comunidades internet afora.
No entanto, se vocês pensam que já acabou, estão enganados. No próximo post, vocês aprenderão a instalar programas do Windows no Linux!
Já imaginou? Photoshop, Counter Strike e até o INTERNET EXPLORER rodando no Ubuntu! É um show de versatilidade!!!
Deu valor, né? Então aguarde e confie! Até a próxima!!!
domingo, 18 de maio de 2008
Instalação de Programas - Parte 2
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3 comentário(s). Comente você também!:
Gostei do Blog, pela primeira vez alguem fala para usuários e não desenvolvedores, assim pessoas comuns (já que ninguem é normal) podem pensar em deixar as fronteiras do Windows e migrar pro Linux, coisa que nunca aconteceu por causa desse papo de NERD e da seita FSF.
Ao encarar o Linux como um SO com muitas vantagens além de ser gratuito e mostrar que ele é facil e amigável de usar muita gente vai querer usá-lo.
Otimo post.
Aprendi muito vendo este post e salvei tudo para não perder...rsrs...
Valeu mesmo ...
POST OTIMO
SeJa LiVrE UsE LiNuXxX !!!! =]
gostei do tutorial vai me ajudar muito no trabalho pois utilizamos 100% linux lá tanto para servidores quanto estação no meu trabalho utilizo o WINE para instalar programas do windows no linux
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